A poluição sonora é uma das maiores crises invisíveis da atualidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o limite saudável de ruído é de 55 dB durante o dia e 65 dB como tolerância máxima. Diariamente, os grandes centros urbanos superam facilmente os 85 dB devido ao tráfego e aglomerações
A quantidade diária de barulho nas grandes cidades é alarmante. Em metrópoles como São Paulo, por exemplo, o índice de reclamações de barulho bate recordes, registrando médias que ultrapassam facilmente 100 a 130 queixas diárias formais em órgãos como o PSIL. A maior parte desse ruído tem origem no trânsito e na movimentação diária
O barulho constante não é apenas um incômodo, mas um problema de saúde pública. A exposição diária ao ruído produz efeitos severos na sociedade
Distúrbios do Sono e Cognitivos: Sons acima de 55 dB à noite afetam a qualidade do sono, o que gera queda de rendimento e problemas de memória
Saúde Cardiovascular e Mental: O ruído excessivo desencadeia uma liberação contínua de cortisol e adrenalina. Ele está associado a picos de pressão arterial e aumento do risco de infartos. A OMS classifica a poluição sonora como o segundo tipo de poluição mais nocivo do mundo, ficando atrás apenas da contaminação do ar
A frequência do ruído determina a altura do som (se é grave, médio ou agudo) e é medida em Hertz (Hz). A audição humana varia de 20 Hz a 20.000 Hz. Ruídos contínuos são classificados por "cores" dependendo de como a energia sonora se distribui por esse espectro
Frequências sonoras importantes: As frequências de áudio, dentro da faixa audível humana de 20 Hz a 20.000 Hz, são cruciais para a percepção e o bem-estar, sendo que o infra-som e o ultrassom têm aplicações especializadas.

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