As atividades industriais em países da periferia do sistema econômico caracterizam-se pela industrialização tardia ou periférica, ocorrendo de forma expressiva a partir da segunda metade do século XX.
Principais Características:
Dependência externa: Forte dependência de capitais, tecnologia e insumos vindos dos países centrais
Atuação de multinacionais: O papel central das empresas transnacionais que buscam mão de obra mais barata, menores encargos trabalhistas e incentivos fiscais.
Baixo valor agregado: Foco em setores de montagem, bens de consumo não-duráveis ou produtos com menor densidade tecnológica.
Impactos socioespaciais: Geração de urbanização acelerada, inchaço urbano, informalidade e problemas ambientais.
A indústria é uma atividade econômica do setor secundário que transforma matérias-primas em produtos acabados ou semiacabados por meio do trabalho humano, de máquinas e de energia.
Países periféricos são nações menos desenvolvidas que dependem economicamente e tecnologicamente das nações centrais, detendo uma parcela menor da riqueza global.
Os países com maior produção industrial no mundo são liderados pelos Estados Unidos.
Países centrais e periféricos formam um modelo geopolítico e econômico que divide o mundo com base no poder, na riqueza e na tecnologia de cada nação dentro do sistema capitalista.
- Os países centrais são as nações ricas e desenvolvidas que controlam a economia global, criam tecnologia e tomam as decisões políticas mais importantes.
- Os países periféricos são as nações mais pobres e dependentes, que fornecem matérias-primas e mão de obra barata para o centro
Uma economia periférica é um país ou região que ocupa uma posição subordinada e dependente na divisão internacional do trabalho, caracterizada pela exportação de produtos primários e baixa complexidade tecnológica.
Especialização primária: Foco na produção de commodities (produtos agrícolas, minérios e recursos energéticos) de menor valor agregado.
Dependência tecnológica: Necessidade de importar produtos industriais avançados, máquinas e tecnologia de ponta vindos dos países centrais.
Vulnerabilidade externa:
Grande sensibilidade a choques globais, flutuações de preços internacionais e forte dependência de capitais estrangeiros.
Desigualdade interna: Elevada concentração de renda, mercados internos frágeis e infraestrutura menos desenvolvida em comparação aos centros dominantes.

