Na ciência (e na física teórica, frequentemente associada à evolução de modelos computacionais e cosmológicos do universo), o conceito mais aceito de níveis de multiverso foi classificado pelo físico Max Tegmark. No mundo da tecnologia e da computação teórica (como simulações e mecânica quântica)
Regiões além do nosso horizonte cósmico observável. Como o espaço é infinito ou extremamente vasto, a matéria se reorganiza de formas diferentes, mas as mesmas leis físicas se aplicam.
Nível 2 — Inflação Eterna (Bolhas): Espaços gerados por uma expansão inflacionária contínua onde diferentes “bolhas” de universos possuem constantes físicas, dimensões ou regras locais distintas
Nível 3 — Muitos Mundos (Mecânica Quântica): Baseado na interpretação de Hugh Everett. A realidade se ramifica a cada possibilidade quântica. Em termos computacionais e de processamento de estados (como na computação quântica), cada resultado de uma superposição vive em um ramo separado que não se comunica diretamente
Nível 4 — Estrutura Matemática (Definição Final): Postula que qualquer estrutura matemática abstrata válida possui uma existência física real. Isso inclui realidades onde o tempo não flui ou as leis fundamentais diferem totalmente das nossas.
Na computação e ficção tecnológica, também se discute o Multiverso Simulado — a ideia de que nosso universo é uma simulação computacional rodada por uma civilização avançada, conforme abordado por taxonomias como as de Brian Greene)
